1º encontro SOMA turma 3

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O SOMA é uma iniciativa do Movimento Encontrão que tem como objetivo acompanhar jovens líderes de comunidades de todo o Brasil. Essa jornada envolve compartilhamento, conexão, presença construtiva, com alvos previamente estabelecidos e preza pela troca de experiências, crescimento e “preparação para toda a boa obra” (2 Timóteo 3.17).

Reflexões sobre a igreja em Oslo

dez 9, 2021 | Artigos, Intercâmbios

Há pouco mais de dois meses, após o período de um mês e meio de estudos no Hald Internasjonale Senter, chegávamos a Oslo, a capital da Noruega. Uma cidade muito diferente de todas as demais que havíamos visitado no país, com a população de aproximadamente 1 milhão de habitantes, Oslo carrega em si não somente o peso de uma metrópole, mas um exemplo claro de um ambiente internacional em território norueguês.

Oslo possui uma grande parcela de sua riqueza cultural
exatamente no multiculturalismo.

Enquanto nas demais cidades experienciadas, normalmente muito menores em população, já foi possível perceber uma considerável interação com culturas externas, é nítido como em cada uma delas percebemos acima disso suas nuances culturais: peculiaridades em dialeto, arquitetura e toda a riqueza da cultura norueguesa específica de cada região do país. Entretanto nesta categoria, Oslo possui uma grande parcela de sua riqueza cultural exatamente no multiculturalismo.

Desde que iniciamos nossas atividades aqui, seja junto à igreja, ao grupo universitário ou nos demais ambientes, rapidamente percebemos como a presença de diferentes culturas, seja por meio de estudantes ou trabalhadores internacionais, formam a atmosfera da cidade. Também a arquitetura apresentada é muito mais próxima de um grande centro europeu do que da caricata representação norueguesa.

Apesar de termos visitado algumas igrejas propriamente norueguesas,
nossas atividades do intercâmbio têm sido majoritariamente
guiadas pelas atividades da Oslo International Church (OIC).

Seguindo a mesma essência dessa percepção da cidade, nossa interação com a igreja aqui em Oslo tem sido rica justamente nesse viés. Apesar de termos visitado algumas igrejas propriamente norueguesas, nossas atividades do intercâmbio têm sido majoritariamente guiadas pelas atividades da Oslo International Church (OIC), uma igreja iniciada em 2004 como um projeto da Sociedade Missionária Norueguesa (NMS). Lá temos contribuído em diversas áreas necessárias, como na organização da igreja em preparação aos cultos, instalação e preparação do sistema de som, participação no ministério infantil, criação de materiais de comunicação, edição do podcast semanal, e organizando e liderando o primeiro grupo de crescimento (grupo pequeno) no retorno após o intervalo pandêmico. Todas essas atividades nos fazem interagir diretamente e indiretamente com os demais integrantes da igreja que são em sua grande maioria estrangeiros, e portanto nos faz analisar e perceber de alguma maneira o encontro cultural das respectivas nacionalidades com a vida na Noruega.

Na igreja temos contribuído em diversas áreas necessárias, como na organização da igreja em preparação aos cultos, instalação e preparação do sistema de som, participação no ministério infantil, criação de materiais de comunicação, edição do podcast semanal, e organizando e liderando o primeiro grupo de crescimento (grupo pequeno) no retorno após o intervalo pandêmico.

Após esse curto tempo de interação e participação ativa na comunidade da Oslo International Church, uma das principais reflexões que pude fazer, está relacionada ao perfil natural que a comunidade desenvolveu ao longo dos anos. Justamente por ser um local oportuno para a participação de muitas pessoas que procuram o ambiente internacional ao virem para o país para estudar e trabalhar na área de pesquisa, a igreja possui assim um ciclo de participação e rotatividade baseado no período de estudo e trabalho destas pessoas aqui, algo que possui direta ligação com a impressão da cultura percebida da cidade.

Espero poder entender com mais propriedade o cenário,
e ajustar cada vez mais a leitura que tenho feito do ambiente e da cidade.

Sobre nossos próximos capítulos nessa imersão, espero poder entender com mais propriedade o cenário, e ajustar cada vez mais a leitura que tenho feito do ambiente e da cidade, bem como aperfeiçoar e desenvolver a comunicação intercultural, que sem sombra de dúvidas é algo que mais tem sido experienciado durante esses quatro meses de intercâmbio.

Por: Leonardo Stamm

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