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Billie Eilish a popstar da Geração Z

jan 23, 2020 | Artigos

“Pop star do terror” e “artista das sombras” são apenas dois dos apelidos dados para Billie Eilish, uma cantora de apenas 18 anos que ficou muito famosa entre milhões de adolescentes pelo apelo em suas canções sobre amores da adolescência, depressão, perda, ansiedade e auto imagem. Ela concorre em seis categorias do Grammy 2020 – artista revelação, música do ano, gravação do ano, álbum do ano, melhor performance de pop solo e melhor álbum pop. 

Billie é a primeira artista nascida nos anos 2000 a liderar a parada musical dos Estados Unidos com a música “Bad guy”. Além disso, ela lançou seu primeiro single “Ocean eyes” com apenas 16 anos. Sua música “Born” é trilha da série “13 reasons why” (Netflix) e a notícia mais recente é que ela será a artista mais jovem a gravar a música tema de um dos filmes de James Bond: “007: Sem tempo para morrer”. 

No YouTube, os music videos dela já superaram a marca de mais de 546 milhões de visualizações até a data em que este artigo foi escrito. Suas produções visuais são, no mínimo, bizarras e podem causar um efeito assustador em quem assiste. A personagem dos clipes é a própria Billie e, inclusive, alguns desses vídeos são produzidos na sua própria casa com ajuda do irmão. É comum aranhas aparecerem caminhando e cigarros serem apagados no seu rosto, agulhas sendo espetadas no seu corpo, olhos negros, corpo flutuando entre tantos outros elementos característicos de rituais satanistas, como por exemplo, anjos (ou demônios?) de asas escuras típicos de filmes de horror. 

As letras utilizadas nas canções de Billie vêm na mesma onda das suas produções visuais e expõe uma falta de sentido e esperança para a vida, como “eu quero acabar comigo” e “eu preciso vender a minha alma”, da canção “Bury a Friend” (Enterre um Amigo, em tradução livre). Além de, claramente, debochar de Deus, quando ela afirma que “meu Lúcifer está tão sozinho” e “Deus vai querer o diabo no seu time”, na canção “All the Good Girls Go to Hell” (Todas as Boas Meninas Vão para o Inferno, em tradução livre).

“Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6.7).

Billie Eilish não é a primeira a manifestar relações demoníacas em suas canções. Muito antes dela, outros artistas já fizeram isso e também conquistaram públicos em suas gerações. 

No entanto, a megaexposição, facilitada pela tecnologia, revela uma trágica marca da atual geração: a inversão de valores. “Chamar ao mal bem e ao bem, mal, fazer das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo” (Isaías 5.20-21). 

Quando criamos o hábito de ouvir músicas que falam sobre o mundo sombrio, acabamos por nos acostumar com esse cenário e passamos a acreditar que coisas desse tipo são normais, e que é natural conviver com “monstros debaixo da cama”, “pedindo pela nossa alma”. Quanto mais consumimos esse tipo de mídia, mais dessensibilizados ao sobrenatural satânico ficamos. E, quando menos esperamos, estamos a mercê de pensamentos depressivos e suicidas. Afinal, o que consumimos tem o poder de moldar o nosso modo de viver e de agir, tornando-se parte de nossa cosmovisão e da “nossa verdade”. 

Cuidado com o que você consome! Aproveite para fazer uma reflexão a respeito das produções musicais que está ouvindo, séries e filmes que está assistindo. Pense como, e se, eles agregam ou até mesmo moldam a sua vida, refletindo na forma como você se relaciona com Deus e com outras pessoas.

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