Noruega e a Cultura Musical

Noruega e a Cultura Musical

Eu cresci rodeada por canções e minha família sempre foi muito musical, desde pequena estava envolvida nas atividades e departamentos musicais da igreja e isso sempre foi peça chave na minha vida.

A Zona do (Sem)Forto

jan 4, 2019 | Intercâmbios

A Zona do (Sem)Forto

Participar de um programa de intercâmbio pode ser muitas coisas ao mesmo tempo: um sonho realizado, uma baita oportunidade recebida, uma chance única, ou todos elas ao mesmo tempo. Mas algo que até então não imaginava ser tão real em viver numa cultura diferente é a forma como isso te dá um chute para fora da “zona de conforto”, ou seja, um intercâmbio é também um desafio. Comida, idioma, pessoas, clima, enfim, pequenas e grandes diferenças que implicam em uma pré-disposição a se mexer.

Tenho experimentado quase que diariamente o desafio de sair da minha zona de conforto, o que tem me feito perceber algumas coisas, e quero compartilhar duas delas:

1 – Percebi que passei bastante tempo na minha zona de conforto. Uma realidade que só agora, sendo confrontado diariamente consigo ver nitidamente. Se fosse só mudar a chave e começar a viver de um jeito diferente acredito que seria mais fácil, mas não é, pelo menos não pra mim e não agora. Parece que quanto mais tempo você passa na zona de conforto, mais difícil, desconfortável e longo se torna o caminho para fora dela.

2 – Tão importante quanto sair da zona de conforto é permanecer fora dela. Talvez este seja o princípio-chave. A tendência é sempre voltar e estacionar no lugar confortável, mesmo que de um jeito diferente ou em uma área diferente. Seja como for, dar continuidade a esse exercício de permanecer fora dela é um princípio fundamental.

Estudantes de Intercâmbio

Hald International Center – Mandal, Noruega

Mas talvez você esteja se perguntando “por que sair da zona de conforto?”. Uma das boas razões para isso é a de lutar exatamente contra aquilo que te faz querer permanecer nela – o conforto, que algumas vezes por atender pelo nome de MEDO. Medo de dar errado, de não ser o suficiente, de trazer à tona quem você realmente é. Dar o passo na direção para fora da zona de conforto é assumir o risco de pegar um caminho que você não está acostumado a pegar, e se perder é uma possibilidade. Porém, é nesse processo que a oportunidade de aprender a confiar no Deus Emanuel (Deus conosco) se torna real, e aquele que realmente conhece o caminho, que é o Caminho, se dispõe a ir contigo.

Existem vários motivos, mas um deles é o principal: em Jesus, Deus reafirma quem você é, e isso tem a incrível capacidade de te encorajar.

Uma excelente música pra ajudar a refletir nisso: Dare You To Move – Jon Foreman.

Lucas Flores, participante do Connect – programa de intercâmbio do ME

sexta-feira, 04 janeiro 2019
Limpos como a neve

Limpos como a neve

Uma das minhas maiores expectativas em vir para a Noruega era finalmente conhecer a neve. Eu cresci sonhando com ela e imaginando todas as coisas que eu faria quando nós (eu e ela) nos encontrássemos pela primeira vez. Com a chegada dos meses mais frios do ano, a minha expectativa de vê-la só aumentava.

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Noruega e a Cultura Musical

Eu cresci rodeada por canções e minha família sempre foi muito musical, desde pequena estava envolvida nas atividades e departamentos musicais da igreja e isso sempre foi peça chave na minha vida.

Limpos como a neve

Uma das minhas maiores expectativas em vir para a Noruega era finalmente conhecer a neve. Eu cresci sonhando com ela e imaginando todas as coisas que eu faria quando nós (eu e ela) nos encontrássemos pela primeira vez. Com a chegada dos meses mais frios do ano, a minha expectativa de vê-la só aumentava.

Reflexões sobre a igreja em Stavanger

Faz 07 semanas que começamos nossos estágios nas respectivas cidades. Estou em Stavanger, uma cidade com 130 mil habitantes e talvez pequena aos olhos brasileiros mas não tão pequena aos padrões noruegueses, um país com 5,4 milhões de habitantes.

Como é bom encontrar brasileiros!

No Hald International School, somos estudantes de várias nacionalidades, que usam diferentes idiomas. Por isso, nós nos comunicamos através do Inglês: a língua que é capaz de unir a todos nós. No entanto, comunicar-se com os outros alunos vai muito além de simplesmente falar a mesma língua. O que acontece é que aqui você pode passar por momentos em que conhece todas as palavras que a outra pessoa está usando, mas é incapaz de distinguir todas elas, uma vez que a pronúncia de uma mesma palavra pode ser feita de múltiplas formas: estamos todos falando inglês, mas com sotaques muito diferentes.

Sobre a bonança e a tempestade

No Hald International School, somos estudantes de várias nacionalidades, que usam diferentes idiomas. Por isso, nós nos comunicamos através do Inglês: a língua que é capaz de unir a todos nós. No entanto, comunicar-se com os outros alunos vai muito além de simplesmente falar a mesma língua. O que acontece é que aqui você pode passar por momentos em que conhece todas as palavras que a outra pessoa está usando, mas é incapaz de distinguir todas elas, uma vez que a pronúncia de uma mesma palavra pode ser feita de múltiplas formas: estamos todos falando inglês, mas com sotaques muito diferentes.

Mesma língua: múltiplos sotaques

No Hald International School, somos estudantes de várias nacionalidades, que usam diferentes idiomas. Por isso, nós nos comunicamos através do Inglês: a língua que é capaz de unir a todos nós. No entanto, comunicar-se com os outros alunos vai muito além de simplesmente falar a mesma língua. O que acontece é que aqui você pode passar por momentos em que conhece todas as palavras que a outra pessoa está usando, mas é incapaz de distinguir todas elas, uma vez que a pronúncia de uma mesma palavra pode ser feita de múltiplas formas: estamos todos falando inglês, mas com sotaques muito diferentes.

Mudaram as estações… E vão continuar mudando!

Quando chegamos em Mandal em agosto, ainda era verão. Tivemos alguns dias bem ensolarados nessa cidadezinha ao sul da Noruega, perfeitos para aproveitar um banho de mar, esportes ao ar livre ou uma caminhada na floresta – rolê muito apreciado pelos noruegueses. Já nos primeiros dias, fizemos um passeio de barco para uma ilha mais distante da costa. Nessa ilha, com uma paisagem maravilhosa, dei meu primeiro mergulho em águas do hemisfério norte. A água estava bem fria e me lembrei das cachoeiras de Minas Gerais, foi maravilhoso. Depois disso foram vários outros mergulhos desse lado do atlântico, tentando aproveitar ao máximo os dias quentes, que foram se tornando cada vez mais escassos.

Somos movimento!

No Encontro ME 2022, fomos chamados a relembrar da nossa VOCAÇÃO: ser e fazer discípulos. A história muda, o mundo muda, mas a essência permanece. Vivemos tempos bem diferentes do que há cinco anos atrás. Tudo muda rapidamente. É um novo mundo em movimento.

O quebra-cabeças do Reino de Deus

Existe um sentimento sobre viver em outra cultura que não é muito falado. É uma sensação de que não sabemos mais exatamente onde pertencemos. Um sentimento que vem do fato de que agora, sendo exposta a tantas possibilidades e modos de viver, e encontrando coisas familiares e tão diferentes nos outros e em mim mesma, que pertencer à algo específico já não parece mais uma opção.

Three professional benefits from exchange program

It was 2007. For the very first time in life I took an airplane. The final destination was Norway. I was one of the students in the exchange program late in 2007-2008.

1º encontro SOMA turma 3

O SOMA é uma iniciativa do Movimento Encontrão que tem como objetivo acompanhar jovens líderes de comunidades de todo o Brasil. Essa jornada envolve compartilhamento, conexão, presença construtiva, com alvos previamente estabelecidos e preza pela troca de experiências, crescimento e “preparação para toda a boa obra” (2 Timóteo 3.17).

Being church

Being church in urban areas like Curitiba is a great challenge. Church is, in its core, all about strengthening relationships, bringing people closer to each other and to the cross of Christ while, by developing intimacy, these people are transformed and transform each other.

Reflexões sobre a igreja em Stavanger

Reflexões sobre a igreja em Stavanger

Faz 07 semanas que começamos nossos estágios nas respectivas cidades. Estou em Stavanger, uma cidade com 130 mil habitantes e talvez pequena aos olhos brasileiros mas não tão pequena aos padrões noruegueses, um país com 5,4 milhões de habitantes.

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Eu cresci rodeada por canções e minha família sempre foi muito musical, desde pequena estava envolvida nas atividades e departamentos musicais da igreja e isso sempre foi peça chave na minha vida.